Arquivo da categoria: Pitacos

mas e francês lá gosta de criança?

Depende, ué.

Nesse aspecto a França é igualzinha ao Brasil ou a qualquer outro lugar do universo:  há os que genuinamente gostam de criança, os que toleram mas não necessariamente simpatizam e os que preferem uma injeção anti-tetânica nas duas pálpebras a tolerar a presença de uma mini pessoa no mesmo ambiente.

Quando eu morava em Londres lembro de ter presenciado uma cena meio absurda: eu estava na Accessorize (gastando dinheiro com desnecessarize, of course), quando ouvi alguém gritando em português que  “esses ingleses não gostam mesmo de criança, fui super mal tratada, só porque estou com meu filho, eles preferem cachorro, esses ingleses”.

E tal.

E a moça saiu da loja, puxando o marido e o filho, enfurecida.

Não dei muita atenção.  Na hora de pagar acabei ouvindo a atendente da loja explicar à outra atendente  que era “um absurdo, olha só esses lenços sujos de chocolate, como é que a mãe deixa a criança com dedos lambuzados de chocolate pegar os lenços da loja, e os brincos a crianças também tirou do lugar…”

E tal.

Eu não tenho opinião nenhuma formada a respeito da relação Ingleses x Crianças, apesar dos 5 anos vividos em Londres. Não tenho essa opinião por um motivo lógico: eu não tinha filhos e portanto não prestava atenção no universo criancento. Se você me perguntar como são os parquinhos na Inglaterra eu não vou saber dizer MESMO. Mas se você me perguntar dos pubs…

Só usei o exemplo de Londres porque imaginei a repercussão que essa estória poderia acabar tendo: a mulher – logicamente sem razão – pode ter voltado ao Brasil e dito a meio mundo que os ingleses foram intolerantes com o filho dela (e que eles preferem cachorro, blá blá blá, comem mal, que povinho, e como chove!)

E quem não viu os lenços da loja cheios de chocolate e a funcionária tendo que catar os brincos que o filhotinho dela jogou no chão realmente poderia concluir o mesmo.

A maternidade deveria vir acompanhada de um Código de Boas Condutas Para Um Convívio Pacífico Para Com o Resto do Mundo.

Tem regra de comportamento em parquinho, regra de brinquedo emprestado (lembram?), posicionamento de carrinhos no elevador, regra de não oferecer comida a crianças que você não conhece e duas outras regras importantíssimas:

1. seu-filho-sujou-limpa;

2. sua-filha-quebrou-paga.

E, sim – essas regras são internacionais. Uma adaptaçãozinha aqui, outra ali – mas via de regra é isso: bom senso, bons modos e canja de galinha nunca deram celulite em ninguém.

***

Tudo isso pra dizer que sim – Noah foi muito bem tratado pelos franceses. Claro que da família eu já esperava isso – ele tem tios maravilhosos e um primo que há de ser o rapazinho mais genial que eu conheço.

Me refiro a ter sido muito bem tratado por estranhos.

Acho que criança tem mesmo esse poder de despertar o lado bom das pessoas. E elas têm essa colossal capacidade de fazer com que adultos venham a agir de maneira outrora impensável.

Como nesse almoço de família, lá na Bretanha, por exemplo.

Não me perguntem COMO Noah conseguiu essa façanha – mas quando eu vi lá  estavam os franceses no restaurante cantando “A Baleia”. Juro pra vocês.

Eu não consigo ensinar um francês a falar “bom dia”. E o moleque, pouco maior que uma baguete, consegue explicar aos familiares gringos que a baleia, minha gente, é amiga da sereia.

Esqueçam os diplomatas – relações exteriores deveriam ser executadas por crianças.

Vê se eu tô exagerando:

Nossa ansiedade maior era em relação aos parisienses, conhecidos por seus inegáveis acessos de rabugentices.

Pois mesmo lá as pessoas se mostraram bastante child friendly: Noah ganhou croissant da moça da padaria, piscadinhas da senhora na farmácia, distribuiu e recebeu bonjour ‘s por todos os lados.

Aliás, se fosse pra eu dar um pitaco tá aí: ensinar a cria a dar um olá na língua do país pra onde você vai viajar pode ser visto com muita simpatia. Porque é internacionalmente fofo, gente, ver aquela criança entrar no trem, no supermercado ou na padaria exclamando um bonjour, na França. Ou witaj!, na Polônia. Ou Konnichiwa!, no Japão. (agradeçam ao dindo google)

Vai por mim – o povo quase sempre responde com um sorriso.

Mas o momento em que o rapaz conquistou de vez o coração das velhinhas parisienses foi quando ele aprendeu a dizer…

(versão português 😉

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massa de modelar? dvd? lexotan?

Pronto. O minuto de silêncio já era. Hora de sacudir a poeira, agradecer por todo o imenso carinho de sempre e tocar a vida pra frente – que atrás vem gente apressada, né não?

Então chega de silêncio e bora tagarelar sobre coisa boa.

A partir de hoje Noah estará 24 horas por dia grudado na saia justa desta que vos escreve. O motivo parece meio bobo, exagerado e descabido, mas eu mesma sou pessoa boba, exagerada e descabida (não caibo nas minhas calças 38), então faz todo sentido.

Na semana que vem nós vamos viajar.  E como já  experimentamos o traumático cancelamento de uma viagem porque o pequeno ficou, de véspera, muitíssimo doente, então resolvi deixá-lo longe da escola e das perebas em geral pra que ele esteja saudável, lindo e desencatarrado pro dia da viagem. Prevenida é a mãe, eu sei.

Mas qualquer coisa é melhor do que ver seu filho sofrendo, fungando e tossindo do Rio de Janeiro a Paris. E os demais passageiros agradecem. Eles ainda vão ter que aturar um alopradinho gritando “cocô no bum-bum, mamãe!” e roubando saquinhos de vômito, mas pelo menos da tosse e do catarro eles se livraram.

E sim, eu já estou tensa com a parte aérea da viagem – Noah já me deu motivos de sobra pra isso, tô mentindo?

Pensando nisso venho fazendo uma listinhas de providências pra que tudo saia da melhor maneira possível. Primeira coisa:

Organizar entretenimento barato para distrair  a cria durante  o vôo:

1. DVD do Cocoricó

Problema: Noah anda meio enjoado do Cocoricó.

Solução: Levar também um DVD alternativo, tipo  pornografia pesada A Turma da Mônica.

2. Brinquedinhos da loja de 1,99

Problema: Brinquedinhos de 1,99 tendem a quebrar em pequenos pedaços, os quais podem provocar engasgamento. E engasgamentos devem ser evitados, posto que passageiros de vôo internacional não suportam o barulho de pessoa engasgada.

Solução: Comprar somente brinquedos de 1,99 que quebrem em pedaços grandes OU  em pedaços pequenos o suficiente para serem engolidos sem estardalhaços ou engasgamentos (ps: esses pedaços pequenos, engolidos sem estardalhaços, tendem a reaparecer na fralda no dia seguinte e devem ser inutilizados!).

(é brincadeira, né, ô conselho tutelar!)

3. Apelar para guloseimas e quitutes mergulhados em gordura trans

Problema: Por não estar acostumado a comer toda essa besteirada, Noah pode acabar tendo uma reação esquisita e mal cheirosa (e mal cheiro DEVE ser evitado, a todo custo!)

Solução: 1. Encarregar somente o pai da troca de fraldas durante o vôo, assim você se protege dos gases tóxicos que resultam da ingestão de tamanha porcariada (ps: se o pai não aceitar vale roubar no par ou ímpar!) 2. Fazer caretinha de mal cheiro pro passageiro de trás, como se fosse o passageiro ao lado que tivesse peidado.


Plano B – a ser executado caso o entretenimento barato não surta o efeito desejado e a cria dê piti aos 70 mil pés

– Desculpar-se em francês impecável; E logo em seguida comentar o quão injusta foi a desclassificação da França na copa do mundo.

– Deixar o marido se virar com os conterrâneos e assistir Friends enquanto ele resolve os atritos franco-brasileiros.

– Dizer aos passageiros que tudo não passa de um filme (vocês não sabiam??!). Prometer cachê e explicar que o filme é sobre uma criança barulhenta e hiperativa, que detona com a paz de todos os passageiros, mas acaba virando herói, ao descobrir que a companhia aérea fabrica os pães que serve a bordo com restos de papel higiênico, copos plásticos e gordura hidrogenada.

– Se fingir de louca, balançando o corpo pra frente e pra trás e engolindo, um a um, os brinquedinhos de 1,99.

**

Mas se nada disso funcionar, juro que não vou estressar.

Que quem é que vai lembrar de perrengue aéreo,  gordura trans, brinquedo barato e o raio do Cocoricó ao se deparar com uma paisagem dessa, me diz?

Mas eu estou super aceitando dicas, viu? Está aberta a temporada de pitacos de entretenimento a bordo. Como entreter uma criança que se vê trancafiada em um micro espaço aéreo onde não se pode correr, nem falar alto, nem roubar saquinhos de vômito, nem nada daquilo que faz com que seja tão legal ser terrorista criança!

Massa de modelar?

DVD?

Lexotan?

** atualizando:

1. Pausa pra comentar comentários! Estou adorando as dicas, que maravilha de gente viajada e descolada!

2. O comentário da Pati do Coisas de Mãe é profissional, vocês sabem, né? Ela é autora do livro “Crianças a Bordo – Como viajar com seus filhos sem enlouquecer”

Eu vou aproveitar pra jabalizar, que coisa boa a gente tem que divulgar, pô! Então. O livro da Pati tem 100 páginas (mas cabe no bolso) e dá valiosas dicas pra quem quer se arriscar no maravilhoso (mas não menos assustador) mundo da viagem com as crianças. Passa no blog dela e se informa sobre como comprar!

3. Lia, querida, roubar no par ou ímpar é uma técnica milenar que não deve ser divulgada, assim, tão irresponsavelmente. Posso te dizer que pouquíssimas pessoas têm o privilégio de sobredito conhecimento. Ente eles o autor de “O Segredo” (hã??) Enfim, pergunte ao Mestre dos Magos, vai que ele libera…

Dos cocôs, meias anti-derrapantes e outros assuntos interessantes

– Claro que sumi. Você também sumiria se tivesse que passar os dias correndo atrás do seu bebê de 7 meses,  evitando assim, que ele coloque fogo no apartamento. Ou cave um túnel entre o quarto dele e a cozinha e arremesse coqueteis molotov no apartamento da vizinha.

– Os banhos também ficaram mais frequentes. Explico: como ele agora come comida de gente, o resultado que sai por baixo também é de gente que almoçou buchada.  Então, mesmo depois de limpinho e com a fralda devidamente trocada, o cheiro permanece impregnado no ar. E na parede. E no sofá. Banho nele, até gastar.

– Só agora eu descobri o verdadeiro sentido das meias anti-derrapantes e o quanto elas são indispensáveis nessa fase (e o quanto não fazem sentido algum nos recem-nascidos, senhores fabricantes de meias??!)

– Eu não sei mais me portar como uma mulher madura e reagir com classe diante de uma cantada inoportuna. Antigamente (quando a palavra cocô não saía da minha boca, nem por decreto) eu me orgulhava e muito da minha desenvoltura nesse tipo de situação. Mandava um:

“Não, desculpe, eu sou comprometida” ou

“Muito obrigada, mas eu detesto café”, ou ainda

“Você contribui para alguma ONG que salve pinguins nas ilhas Galápagos? Não? Então, esquece.”  

Bom, ocorre que eu me tornei uma criatura tão, mas tão focada na própria cria, que toda minha compostura foi pro lixo, junto com as fraldas. Ontem mesmo eu joguei, repito JOGUEI o carrinho do Noah pra cima de um desavisado qualquer que arriscou  me perguntar as horas com segundas intenções. Nem certeza de que ele estava realmente me cantando eu tinha, mas não tive duvida: lancei meu olhar bicho-do-mato e empurrei o carrinho contra ele. Uma dama.

Minha teoria é a seguinte: a pessoa tem uma certa habilidade (dispensar marmanjo de maneira classuda e eficaz, por exemplo). Com a maternidade, essa pessoa adquiri novas habilidades (lidar com fraldas radioativas, evitar incêndios e coquetel molotov na vizinha, limpar baba com a ponta do dedo sem estragar a unha recem feita). Como as habilidades não se acumulam (e todo mundo sabe que habilidades não são cumulativas), o ser- mãe começa a perder as habilidades antigas, que vão sendo substituídas por novas. Capacidades anteriores aa maternidade, tais como: participar de uma conversa sobre fisica quântica e fazer de conta que entende, acumular milhagem e andar de jet ski com os cabelos esvoaçantes dão lugar a incrível habilidade de  imitar rouxinol, adivinhar se foi pum ou cocô e dar de mamar no chão da C&A.

Eu disse e repito: uma mulher mais e mais interessante a cada dia que passa.

Ds coisas que você não sabia antes de ser mãe

– Ok. Você idealizou o parto de cócoras, fez respiração cachorrinho, repetiu mantra e fez despacho. No entanto, as coisas não saíram bem como planejadas. Não faz mal, relaxa. Parto é nascimento do seu filho e, no final, vai ser maravilhoso de qualquer maneira. Te juro.

– Eu fui uma daquelas malucas que se apaixonou pelo bebê assim que olhou pra ele.  Fiquei cega de amor desde o primeiro minuto e arrumei encrenca com a berçarista que só queria levar o rapaz pra tomar banho. Mas pelamordedeus, não se culpe se esse amor não acontecer de imediato. Espera. Para algumas mulheres demora um pouquinho mais. Mas nem por isso se torna um amor menos explosivo e devastador, no final das contas.

– Eu pensei que fosse só comigo, mas depois ouvi de um montão de outras mulheres: parir dá um barato esquisitíssimo, você fica elétrica pelos primeiros 5 dias depois do parto. Parece que tomou um chá daqueles que monge não toma. Alucinada, você aponta pra própria barriga e ri que se acaba; puxa o cabelo do nenê e se esconde ; pisca pro zelador do prédio. Fora da casinha total.

– Passados os 5 dias de  euforia, bate a deprê. Eu lembro de olhar pro nada e dizer chorando “meu bebê acordou”…E depois chorar de soluçar, repetindo  “ele dormiu, meu bebê dormiu”.  Uma Amy Winehouse de sutian beige.

– No primeiro mês você vai fazer tudo pela metade: lavar só metade do cabelo, comer metade do prato, fazer meio xixi. Parece que você nunca mais terá tempo pra fazer nada. E aliás esse é um dos mistérios da maternidade: se aquela criaturinha que recem nasceu dorme cerca de 15, EU DISSE 15 horas por dia, como é que, AINDA ASSIM, você desenvolve uma prisão de ventre crônica sob o pretexto de não ter tempo de ir ao banheiro? Tem dó.

– Os três primeiros meses são difíceis, mas eles passam voando e você vai até sentir falta deles. Apesar de que…não, acho que não.

– Você está fadada a rever todos os seus conceitos, opiniões e teimosias. Nada daquilo que acreditava tão firmemente é tão verdade que não possa ser substituído por outra verdade, que não a sua. Relaxa, aceita, respira. Quando se está grávida, é fácil acreditar que o bebê vai mamar de 3 em 3 horas, dormir de 4 em 4 e que você vai parar de trabalhar  por anos, só pra ficar com ele.  Mas daí ele nasce. E as coisas complicam. E daí, minha irmã, melhor aceitar que nem tudo será da maneira que você esperava. E que crenças pré nascimento são como promessas de fim de ano: they ain’t gonna happen, darling.

– Você vai rir com o riso e chorar com a tosse.

– Vai se descabelar com a febre.

– Vai ligar pro pediatra com a fralda em mãos e dizer:

“Alô doutor, é que o cocô tá mais mostarda que o de costume…Que? O senhor tá jantando?” ;

– Vai se acabar de chorar ao ver tragédias do mundo na tv.

– Vai descobrir que consegue sobreviver dormindo 5 horas por noite; E que a mulher é mesmo multi-uso: consegue amamentar, fazer as unhas, arrumar a sala e falar mal da Xuxa ao mesmo tempo.

– Que não existe outro ser com o cheiro do seu nenem. Com o sorriso do seu nenem. Que não existe outro nenem como o seu nenem. E que ele geralmente é mais lindo e inteligente que todos os outros.

– Vai acreditar em todo aquele clichê de amor incondicional e morrer por alguem. Tudo verdade.

 

Acima de tudo, vai descobrir que alguns momentos da vida, deveriam ser imortalizados
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Papo de mãe, quem aguenta? (só outra mãe – e olhe lá)

Funciona assim: você se torna mãe e automaticamente  perde a capacidade de manter uma conversa que ultrapasse a barreira das fraldas. Nem suas amigas acreditam na transformação: onde foi parar aquela pessoa tão interessante que falava de moda, viagem e economia? Pois bem, essa pessoa morreu. No lugar dela vive agora uma chata de galocha que só faz falar de creche-fralda-cocô-mole-duro-amarelo-senta-engatinha-fala-gugu-dada-cabelo-tá-mais-claro-berço-assadura-pediatra-mamar-mamadeira-papinha-sling-canguru-carrinho-babá-catarro-baba-pum.

Sua amiga  liga de Nova Iorque:

– Nossa, ontem fomos a um bar no Meat Market, foi super legal! Restaurante ótimo, recomendo.(…)tomamos duas garrafas de vinho tinto, dançamos,(…) voltamos pra casa as 6 da manhã, tomei banho e fui direto trabalhar…

Ao que você responde:

– Legal. Creche-fralda-cocô-mole-duro-amarelo-senta-engatinha-fala-gugu-dada-cabelo-tá-mais-claro-berço-assadura-pediatra-mamar-mamadeira-papinha-sling-canguru-carrinho-babá-catarro-baba-pum.

Meu Deus, que mulher interessante.

Isso sem falar que a calça 38 não passa nem no tornozelo.

No restaurante (onde não sentar)

Conversávamos, eu e marido, sobre como as prioridades mudam quando o bebê chega. Coisas que antes eram tão importantes se tornam obsoletas e absolutamente sem sentido. Eu NUNCA acreditaria se, um ano atrás, me dissessem que a alegria de comprar sapatos seria drasticamente substituída pelo êxtase de ver nosso filho colocando catarro pra fora (desculpem, ainda não inventaram uma maneira mais fina de se dizer isso). Ele espirra, papai e mamãe ganham o dia. Simples assim. 

Então, com o Noah super gripadinho e congestionado, é fácil nos reconhecer: nós somos aquele casal do lado de fora do restaurante, com olheiras profundas, rodeados de fraldas infestadas de meleca , exclamando frases repulsivas, do tipo: 

 “Muito bem, meu amor, manda toda esse meleca pra fora”

“Isso, filho, essa foi grandona!”

“Nossa, filhote, verdinha e grandona”

Você vai notar que a gente vai dividir um prato, pra ir mais rápido. E que vai tomar um espaço da mesa ao lado, pra que o carrinho caiba. Ah…e quando não estivermos sorrindo, comemorando cada espirro do pequeno, estaremos provavelmente cantando “Noah, Noah, Noah canoa, vem na canoinhaaaaaaaaa, la la la la la, buuuuuu, baaaaaaaa, la la la la la, na canoaaaaaaaaaaaa”

Eu recomendo mesas de distância.

Cangurú II

Recebi alguns emails a respeito do sling, a maioria mostrando preocupação e dividindo estórias a respeito dos malefícios causados pelos chamados cangurús.  Meu conselho é:  antes de comprar entre no site do fabricante, leia opiniões de profissionais e reze. Outra coisa, não é pra deixar o bebê pendurado o dia inteiro em você, néam? Até cangurú tem que ter bom senso.

 

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Esse não é sueco, mas eu também adoro. Use com moderação.