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notícias de cingapura

* aviso ao leitor: este post contém palavras de baixo calão, linguagem chula e escancarada apologia ao errado, ao imoral e ao politicamente incorreto.

E eis que das cinzas ela renasce, feito Fênix de tetas,  MORTA de saudades, gente bonita!

Daí resolvi mandar filho e marido pra piscina e resumir um pouco do que aconteceu desde a última vez que a gente se falou. Então senta, coloca as crianças pra brincar com  massinha e põe a skol pra gelar, que lá vem história.

Da viagem

Reza o Código Internacional de Viajantes que:

Um lugar é considerado longe pra caralho distante quando, pra chegar nele, o sujeito tem que enfrentar 2 vôos longuíssimos, 20 comissários de bordo, 6 pilotos, 8 malas, turbulências moderadas e perrengues incontáveis, que envolvem uma criança de 2 anos, uma mãe descabelada e um pai tentando evitar, sem êxito, que referida criança enfie o dedo indicador na narina do passageiro ao lado.

O homem que teve o nariz invadido ficou fulo da vida dele e eu não tiro a razão do passageiro – afinal, existem mil maneiras mais agradáveis de ser acordado do que com um dedinho bisbilhotento na narina da gente.

Por outro lado, nem acho que a intenção do filhote tenha sido azucrinar o alemão, não. Arrisco dizer, inclusive, que o objetivo de tamanha bisbilhotagem era puramente estético, já que, de avantajadas narinas, brotavam pêlos de tamanho bastante significativo. Na boa, até eu fiquei com vontade de dar uma podada na juba nasal do rapaz.

Parece boa pessoa, mas é um pinçador profissional de narinas

Da chegada

Nós decidimos dividir o trajeto Rio-Cingapura em duas partes : primeiro voamos do Rio a Paris, onde passamos 5 dias.

uma paradinha em paris pra ver família e usar gorro de tigre

Mal nos adaptamos ao fuso horário francês e já era hora de embarcar pra mais um vôo longo, dessa vez pra Asia. Minha Nossa Senhora do Guaraná em Pó, que gastura.

Só sei que, no final, chegamos em Cingapura as 19:00 – horário local, o que significava MEIO DIA no horário dessa mãe exausta que vos escreve. Até que acomodamos as 8 malas no nosso apart-hotel e tal e coisa já eram 21:00 no horário local, 2 da tarde no nosso relógio biológico. Pensei, vou tentar:

– Noah, olha só, eu sei que você tá acordadão, mas aqui já são 9 da noite, hora de dormir. A gente vai ter que fazer um esforço e ir pra cama agora, tá bom? Assim, amanhã a gente acorda em horário local adequado. Combinado?

Ele nem respondeu nada, só fez que não com a cabeça. Mas eu sei que, se já tivesse idade pra expressar exatamente o que pensa, o rapaz daria uma gargalhada colossal,  e me diria:

– Claro, sua lunática, claro. Vou guardar toda essa minha energia de pessoa de 2 anos e 2 meses e ir dormir, só pra você ficar feliz e satisfeita. Não quer que eu escove os dentes também, maluca?

Só sei que deu DUAS da manhã (umas 6 da tarde pra gente) e estávamos os três lá, deitados na ponte de um parque qualquer, olhando pro céu e conversando. O que me dá raiva é ter certeza absoluta que em algum momento alguma mãe passou, nos viu deitados na ponte, cutucou o marido e falou:

– Agora olha praquilo e me diz, Arnaldo Jin Huan Lan, o que faz uma criatura irresponsável daquela, que me traz uma criança pra rua às 2 da manhã, pensar que tem o menor talento pra ser mãe, me diz?

Que mãe é mãe, não importa em que continente ela esteja.

A Cidade

– Amor, vai me dizer que você também não acha estranho?

– Estranho o que, Roberta?

– Essa perfeição toda, isso tudo é muito esquisito, amor! Pensa comigo: a cidade é linda, limpa, organizada, cheia de atrações infantis, extremamente segura, a comida é maravilhosa…Tudo parece muito perfeitinho, François! Alguma coisa deve estar muito errada e eu vou descobrir o que é. Ah, vou.

-Neurose.

– Que? Quem?

– Neu-ro-se, o nome da doença é neurose. E diz que só cura com acompanhamento médico.

Deixa ele me chamar de louca que eu não ligo, não. De hoje em diante, minha nova missão de-vi-da é descobrir que raios há de errado nessa cidade.  Porque cer-te-za que alguma estria, unha encravada ou celulite ela há de ter. Deixa comigo.


Falta de Paciência

Já tem um mês que filhote e eu estamos, evidentemente, grudados um no outro 24 horas por dia. E num hotel, ainda por cima, já que ainda estamos buscando apartamento.

O lado negativo de ficar tanto tempo junto é que a paciência fica inversamente proporcional ao tempo em que vocês estão grudados.

Exemplo: ontem ele decidiu que jogaria seus peixinhos de plástico na privada. Quando eu entrei no banheiro, virou pra mim e disse “essa é a piscina dos peixinhos, mamãe”.

Então vejamos o que diria uma mãe de espírito elevado, dotada de paciência e pernas depiladas:

Meu filho, mas o que é isso?! Eu entendo a associação que você fez, uma vez que este vaso sanitário pode sim remeter a uma idéia de piscina de seres pequenos, como são estas réplicas de peixinhos. Mas entenda que esta água não é limpa e pode acabar trazendo doenças. Vamos lavar bem as mãos?”

Agora vejamos o desfecho da mesma cena, desta vez por uma mãe cronicamente estafada, pernas  peludas e cutículas saindo pelo ladrão:

“Caralho, Noah, a mão na privada não! Vamo já lavar essa mão antes que você pegue uma difteria, uma febre tifóide, uma malária, uma conjuntivite e a porra toda. Mas que merda, filho!”

Adaptação

Pois o filhote já fala hello, bye bye e thanks. A melhor amiga dele, aqui no hotel, é da Finlândia, vejam vocês. Eu não tenho idéia de como raios eles dão conta, mas os bichinhos se comunicam, brincam, trocam segredos e combinam de brincar mais amanhã.

Cingapura é composta, em grande parte por estrangeiros, muito europeu, muito americano, enfim são milhares e milhares de gringos, que, como nós, vieram parar aqui em terras asiáticas a trabalho.

melhores amigos, eles se comunicam em piscinês

Noah sempre empresta seus brinquedos pra um garotinho suíço, pouco mais velho que ele. Dia desses o suíço finalmente trouxe um brinquedinho pra piscina e Noah foi brincar um pouquinho com tal bonequinho do amigo suíço. O suíço não gostou e arrancou o brinquedo das mãos do filhote. Vocês acreditam que a mãe suicenta, mesmo sabendo que o filho dela brinca com os brinquedos do Noah TODOS OS DIAS, pediu pro meu filho devolver o bonequinho muito do paraguaio, porque esse era o brinquedo favorito do filho dela???

Ai, na hora pensei tanto em vocês. Arranquei o brinquedo do Noah, devolvi pro suíço e disse assim pra mãe dele:

– Eu entendo isso de brinquedo favorito, não se preocupe. O jacaré com que seu filho sempre brinca também é um fa-vo-ri-to do meu filho, mas sou EU que insisto que ele empreste, que aprenda a dividir.

(tudo isso dito com ar desaforado, mãozinha na cintura, ao melhor estilo “suburbana-versus-gringa”)

Alguns minutos depois o suicinho já estava pegando os brinquedos do filhote de novo.

Então vejamos o que diria uma mãe de espírito elevado, dotada de paciência e pernas depiladas:

“Filho, não guarda rancor e empresta o seu brinquedo pra ele. Assim você ensina pro menino que dividir é legal.”

Agora vejamos o desfecho da mesma cena, desta vez por uma mãe cronicamente estafada, pernas  peludas e cutículas saindo pelo ladrão:

“Filho, corre lá e arranca o jacaré da mão daquele moleque. Que nem fodendo que aquele projeto-de-mão-de-vaca-suíça vai brincar com suas coisas”.

Mãe Amiga

Outra consequência de se ficar grudada na cria 24 horas por dia, todos os dias, é que vocês passam a ter código e condutas que só melhores amigos possuem: risada de porquinho, concurso de arroto, linguagem própria. Este último vale um post, e aconteceu de maneira bem natural: do nada começamos a arrancar a última sílaba das palavras.

Estou na cozinha e digo “Noah, quer um pouco de su?” E começamos a rir. Então ele vai pra piscina e grita “socô, socô”. E a gente se acaba de rir. Mamãe virou mamã, cadeira virou cadê, suco é SU, socorro é socô. Hoje de manhã ele ampliou nossa linguagem secreta, chamando chafariz de chafalá (vide vídeo).

Noah também deu pra compor músicas com uma batida meio gospel, digamos assim. A letra me remete a uma mistura de música evangélica com A metade da laranja, de Fábio Júnior, e diz assim:

“Agonição, agonição, agonição

De amor, de amor”

Eu registrei essas e outras maluquices nesse vídeo. Isso que dá passar o dia inteiro a la grudê.

Um bom ano pra nós todos, gente bonita.

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invadiram meu blog

Post vapt vaptu pra dizer duas coisas:

1. Lembra da Dona Zica?

Pois ao que parece ela continua firme e forte na vida dessa que vos escreve: a gripe persiste, o olho segue roxo e – atenção! – meu blog foi invadido por um desgraçado qualquer que achou deveras engraçado sair apagando meus posts (quatro, pelo menos).

Não contente em apagar minha história, o espírito de porco ainda achou por bem acrescentar palavras de baixíssimo calão aos posts não apagados. Tipo pereba, bunda, pinto, gay…e aquela outra muy graciosa palavra…a que rima com maçaneta, sabe qual? Pois é.

Reli alguns posts e apaguei muita safadeza escrita, mas certeza que outras muitas devem me ter escapado.  Triste, muito triste. Mas é isso que dar conectar ao blog em computador público e esquecer de fazer o log out antes de sair.

A sorte é que, ao escrever um post, o wordpress me manda ele todinho por email. Então recuperei dois dos posts. Mas os comentários se foram.

2. Outra coisa:

Não dá pra culpar a pessoa que não saiba muito a respeito de Cingapura, dá?Um país feito de uma só cidade, que é do tamanho de Salvador e fica na casa do carvalho acaba não fazendo lá muito parte da nossa realidade.

Como é sexta feira, vai chover fim de semana e você tem filho pequeno (e, portanto, não tem controle sobre sua outrora agitada vida social), eu copiei  esses quatro vídeos produzidos pela TV Record (ai-que-me-da) que esclarecem um pouco a respeito desse país distante, próxima moradia desta família retirante (ui, adoro quando rima).

Um pouco enjoativo isso de eles se gabarem tanto (uma das maiores economias do mundo, quase zero de violência, o maior zoológico, o único safari noturno, o maior número de milionários, o maior cinema dentro de aeroporto, a maior área tropical dentro da cidade, a ilha mais hightech, bla bla bla).

No momento, nenhuma dessas estatísticas me importa: eu só queria morar num lugar onde não apagassem meus posts. Humpf.

Bom fim de semana, gente bonita. Espero que gostem dos vídeos:

Cingapura?! Quéquéisso??

Sobre as comidas : gelatina de grama

Uma mãe bagunceira perdida num lugar onde tudo funciona

Vivendo com os orangotangos

Mamãe, eu quero morar no aeporto

Os vídeos eu tirei daqui.

hambúrguer de pombo e… bye bye brasil!

Minha infância, como a infância da maioria das pessoas, foi infestada de piolhos, pirulitos cheios de corante e equívocos de toda sorte.

Eu achava, por exemplo, que era esquisito isso de ter gente passando fome se tinha tanta banana no mundo.  Só com o tanto de banana que tinha na minha casa dava pra matar a fome de pelo menos umas 17 crianças por uns 5 dias e meio. Somem-se a essas, as bananas da vizinha, e o mundo estava completamente alimentado.

Aí minha mãe me explicou que as pessoas precisavam de um cardápio um pouco mais completo. E que ninguém podia viver só de banana.

Foi quando eu pensei nos pombos.

Pombo era feito de carne, era baratinho e ninguém gostava deles vivos. Então eu levantei o braço e falei pra professora que o meu projeto na Feira de Ciências seria sobre como acabar com a fome na áfrica com banana e hambúrguer de pombo.

A professora disse que era muito nobre da minha parte querer acabar com a fome mundial.  Ela veio na minha direção sorrindo, passou a mão na minha cabeça e, como uma boa professora saída dos anos 80, barrou o meu projeto pra sempre.

***

Como qualquer criança, também já fui vítima de alguns equívocos cometidos por terceiros. Um deles me marcou muito, quando eu tinha uns 4 anos.

Era dia da árvore e todas as crianças tinham que ir pra escola vestidas de arbusto.

Nunca vou esquecer de como fiquei eufórica ao ver que minha mãe tinha separado uma roupa inteirinha verde, inclusive sapatos e meias. E, para completar o visual arbóreo, eu levava ainda galhos atrozes e reluzentes, nas pernas, nos braços e na cabeça.

Entrei no carro e minha mãe foi dirigindo pra escola. Lembro direitinho de experimentar a sensação de felicidade plena: eu era uma árvore, minha mãe era incrível e a vida era perfeita.

Nem a fita Basf emperrada no toca fitas do carro, que tocava a mesmíssima música de Maria Bethania havia MESES me incomodava. Eu era uma árvore e árvores são imunes a esse tipo de chatice cotidiana.

Nem o garoto Cleiton, que me perseguia no parquinho da escola e roubava meus biscoitos mirabel, seria capaz de arruinar meu dia. Eu era uma árvore e árvores eram bondosas, compreensivas e, a depender da espécie, podiam até ficar carregadas de mirabel de janeiro a abril.

Então eu me despeço da minha mãe e cuidadosamente saio do carro, eu e meus dezoito galhos.

Subo lentamente a escadaria da escola. Quando enfim me aproximo do portão de entrada começo a ouvir risadas, primeiramente tímidas, e logo depois histéricas. Olho em direção às risonhas criaturas e elas estão, na verdade, apontando pra mim.

Sinto um frio no estômago e um pavor súbito, daqueles que criança sente quando percebe que pode estar diante de um fiasco-devastador- de-moral. Daqueles que te forçam a ser transferida de escola, trocar de cidade e a mudar o nome pra sempre.

Mas não, eu não tinha porque me amedrontar. A vida era perfeita e eu era uma árvore vistosa e feliz.

Exceto… que aquele não era o dia da árvore.

– Vamos ter que te mandar pra casa, Roberta – disse a diretora.  A sua mãe se enganou, o dia da árvore é só daqui uma semana!

– E é melhor você esperar a mamãe aqui na minha sala. Porque lá fora, a criançada, já viu..

E a diretora tenta controlar o riso, mas se abre em uma colossal gargalhada.

E eu fico ali na sala dela, esperando a minha mãe vir me buscar: eu, meus 18 galhos e minha inconfundível cara de trepadeira desavisada.

***

De todos os meus equívocos de infância, a escolha profissional era a mais gritante: eu já quis ser freira, assistente de açougueiro e cobradora de banheiro público. Como eu conto aqui.

Mas uma coisa era certa: eu queria muito voar. Não sair voando feito pombo que não virou hamburguer. Voar no sentido de viajar, conhecer o mundo. Era avistar um turista na minha cidade que eu saia correndo me apresentar:

– Oi, meu nome é Roberta. Se quiser posso te mostrar a cidade.

E era o turista sorrir que eu começava a perguntar da onde ele vinha? o que ele fazia? na cidade dele tinha lago? praia? cachoeira? dá pra chegar de carro? sabia que nos estados unidos só se chega de avião?

E por aí ia.

Lembro do dia em que me afeiçoei a um grupo de turistas holandeses, com o qual eu só me comunicava através de gestos.

-Vocês querem comer? (gesto de mãos que levam comida à boca)

– Lá, comida boa (gesto de mãos que fazem círculos na barriga, acompanhado de gesto de positivo com o dedão)

– Nadar? Aquela praia nice, nice beach! Aquela outra praia suja, blagh! (cara de quem viu cocô boiando no mar)

Antes de ir embora, uma moça bem simpática do grupo de holandeses me presenteou com um postal da Holanda, com aqueles típicos moinhos de vento. Eu achei o postal tão, mas tão lindo, que coloquei ele dentro da minha pasta de papéis de carta. Aquela noite, antes de dormir eu pensei: um dia eu vou conhecer essa tal de Holanda.

***

E daí eu cresci, parei de encher o saco dos turistas e fui trabalhar.  Conheci a Holanda e mais alguns tantos lugares.

Morei em 6 cidades distribuídas em 3 países diferentes e tô nem aí se os livros de auto-ajuda insistem em dizer que a felicidade deveria estar dentro da gente. Foda-se a auto-ajuda: eu gosto mesmo é de buscar a felicidade em um montão de lugar diferente.

E foi por isso que, quando maridão me perguntou o que eu acharia de viver em Cingapura, eu não só topei como pulei no colo dele (o dó), dei gritinhos histéricos e abri champagne.  Tá bom, não tinha champagne, mas a skol tava gelada.

***

Então é isso, gente bonita e agradável: estamos mudando de continente.

Se antes vocês tinham lugar pra ficar no Rio de Janeiro, agora descolaram hospedagem em Cingapura, que é do lado da Tailândia, do Vietnam, do Camboja, da Indonésia…upgrade total, tô mentindo?

Estou feliz, muito feliz. Feliz de voltar à minha natureza ciganóide, feliz de saber que vamos morar em um país completamente diferente de tudo que já vivemos, feliz porque vamos começar uma aventura, a primeira grande aventura que já vivemos em família.

Ao mesmo tempo pensando como raios eu vou lidar com uma criança que passa pela mais tumultuada fase de birras EVER, enfrentando essas 1000 mudanças que estão por vir.  Pra começar:

1.o rapaz vai para uma escola francesa, em um país cujas línguas oficiais são o inglês, o malaio, o tâmil e o chinês.

Resultado: Claro que aos 5 anos de idade ele vai se rebelar, casar com uma polonesa e viver em alguma vila distante ao norte da Russia, de onde me mandará um postal quando o terceiro filho nascer.

2. Vai se separar de todos os amigos/família, tudo de uma vez!

Resultado: vai se revoltar contra a pessoa da mãe (eu), pintar o cabelo de branco-Supla, adicionar a Comunidade do Comando Vermelho à sua página do Orkut e colar um poster da mulher melancia na parede do quarto.

***

Enfim, um milhão de coisas, a saber:

1.Ainda não sabemos a data, mas há quem diga que o Natal já será em terras asiáticas.

2. E claro que não estou me despedindo, o Piscar de Olhos continua, firme e forte.

3. O Minha Mãe que Disse vai saldar  o estoque  restante, e desde já  informa as queridas 615 clientes cadastradas (u-au) que voltará, em uma versão quimono-saquê chiquéééééérrima e baratééééérrima. Se deus quiser e buda permitir.

4. Vou criar um blog para vender carrinho, brinquedos e demais apetrechos do pequeno Noah. Já já divulgo.

5. Perdoada pela falta de comentários, respostas, carinhos e abraços? Sobra-me vontade, falta-me TEMPO e LUCIDEZ.

E esse post não é pra ficar em tom de despedida. Pois como se sabe, não existe distância pra amizade virtual (é ela ficar emocionada, que começam as pérolas…)

Espero que fiquem felizes por mim e que mandem palavras de coragem, amor, esperança, pensamento positivo e frases de impacto by paulo coelho.

Eu queria postar algumas fotos de Cingapura, do tempo que eu estive lá, aaaaanos luz atrás, mas não tive coragem: a umidade lá é tão desgraçada que, em todas as fotos, eu pareço estar envolta em algum tipo de gelatina incolor lubrificante.

Então recorri ao Trip Adviser e posto algumas fotinhas de Cingapura e seus adoráveis vizinhos.

Cingapura pros pais…

Cingapura pra cria…

E tem os adoráveis vizinhos.

O Vietnã…

A Indonesia…

Tailândia…

E é isso. Agora é empacotar, carregar, pagar, transferir, despedir, chorar…

Bye bye, Brasil.