Radicais contra o carrinho de bebê. Infiéis com trauma do berço. E as que só amamentam na presença de Pitanguy.

Hoje eu recebi uma cliente fofíssima, a Helen. Helen é inglesa, se apaixonou por um brasileiro e veio viver com ele aqui no Rio de Janeiro. Eles então tiveram uma linda bebê – a Ingrid,  hoje com 2 meses.

Conheci Helen quando ela estava grávida: pessoa risonha, falante e totalmente de bem com a vida. Agora, na versão mãe, ela me pareceu a mesma pessoa, exceto pela barriga que virou bebê e o par de olheiras que nascem na base do olho e seguem até o pescoço. Minto. As minhas olheiras é que fazem o trajeto olho/pescoço. Em pessoa alta e loura feito a Helen,  as olheiras geralmente são discretas, contidas e educadas.

Quando encontro alguém com um bebê tão pequeno eu uso minha técnica do vai-roberta-vê-se-tenta-calar-a-boca-e-escuta-a-moça, que era o que eu mais sonhava que me acontecesse quando Noah era bebezinho. E ai, como era difícil. Todo mundo sempre tinha alguma coisa a dizer. A maioria é até bem intencionada, mas putaquel, quanto palpite.

***

Eu tento me conter – só sou palpiteira em casos extremos. Como, por exemplo, quando vi um bebê de seus 3 meses vestido com 5 camadas de roupas de lã em pleno verão carioca, suando em bicas, o pobrezinho.

Nesses casos o palpite é necessário, tudo em nome da continuidade da espécie.

Ao ver aquele bebezinho derretendo resolvi usar de uma técnica sutil de palpitamento: o método do Palpite Disfarçado de Mentirinha Necessária.

Funciona assim: você aborda a vítima e, como quem não quer nada, diz:

– Nossa, dá uma impressão que nossos bebês estão com frio, né? Tão pequenininhos! Acho que vou colocar um casaquinho no filhote – você diz, fingindo aquecer a mãozinha dele.

– Verdade. Melhor agasalhar – diz a moça.

– Se bem que…acho melhor não….depois do que eu li na Veja…

–  Na Veja? Na revista? O que?

– Não, nada não. Deixa pra lá. Deve ser exagero de jornalista.

– Será? Mas era uma matéria sobre agasalhar demais os bebês?

– Sobre bebês desidratados e tal. Parece que desidratação é …ai, deixa pra lá, não dá pra se fiar na Veja.

Reparei que ela foi tirando as 5 camadas de roupa do bebê e escutei ela dizer baixinho:  “Ai, meu deus, tá ensopado, será que desidratou, gente?!”

– Olha, longe de mim dar palpite. Mas coloca no peito que hidrata.

E fui embora, antes que ela me perguntasse qual era a porra da edição da Veja que trazia essa matéria sobre bebês desidratados. Missão cumprida, eu tinha certeza que tinha feito a coisa certa – bastava ver a cara de aliviado do bebê, que só faltou me dar uma piscadinha e me convidar pra jantar.

Lembrando que a Organização Mundial de Saúde só recomenda a P.D.M.N. (Palpites Disfarçados de Mentirinha Necessária) em casos considerados graves. Em todos os outros casos, contenha-se, ô palpiteira!

***

Mas voltando a Helen.  Putz, os 2 meses que sucedem o parto. Por um lado a gente fica obcecada pela cria, descobre esse amor devastador e se despede pra sempre daquele moço, o tal do Ego. Por outro lado essa é também uma fase de descoberta de nossas limitações (limite de sono, limite de tempo, da conta bancária).

Assim como a Helen eu também aproveitava os 40 minutos que tinha livres para ler sobre bebês, ói que pessoa mais cheia de assunto.

Daí que ela me disse que estava tendo dificuldades em se identificar com algum tipo de movimento específico. O pessoal do attachment parenting, por exemplo, não era pra ela.

Ai, o pessoal do attachment parenting.

Pra quem não conhece esse é um movimento bastante grande e relativamente respeitado nos Estados Unidos (e mais recentemente no Brasil) que, em sua vertente mais radical,  condena que o bebê durma no berço (ele deve dormir com o casal) e vê o uso de carrinho de bebês como uma maneira de separação traumática, que deve ser evitada a todo custo. A todo custo mesmo. Tipo pior que enfiar dedo na tomada, engolir moeda e bater na mãe.

Enfim, cada um cada um. Eu adoro e usei sling até não poder mais. Mas daí a pensar que colocar o bebê no carrinho significa criar o filho à distância já é um pouco demais. Além do mais, um dos meus TOC’s é achar que eu vou morrer, tipo, daqui a pouco. Então fico nessa nóia de ensinar o Noah a ter prazeres que envolvam ele e o planeta. Tipo contemplar o mar (do carrinho, comigo ao lado) e “ler” um livro (no berço, comigo ao lado).

***

Mas, olha, não adianta só jogar pedra nas queimadoras de carrinho, não. Que eu ainda prefiro ser uma delas a me tornar uma mãe que acha que pode encarar a maternidade e sair completamente ilesa dessa história toda.

Algo do tipo:

“Eu vou levar esse par de sapatos, aquela saia e …só a parte boa da maternidade, por favor”.

Ou ainda:

“Men-ti-ra que eles não vêm com auto-limpante! E o senhor está insinuando que sou eu que tenho que trocar esta fralda?”

Esse era com certeza o perfil daquela mãe que virou pro meu marido e disse que meus peitos iriam cair por conta da amamentação. Juro por deus que a pessoa virou  pro meu marido e esclareceu que ele deveria interromper imediatamente aquela insensatez. E em seguida ligar pra emergência do Pitangy.

***

O que me traz certo conforto é saber que a maioria de nós se encontra no meio termo. Nem tanto ao céu, nem tanto à terra.

Carrinho pode,  sling pode, pode amamentar, pode parar, pode dormir junto, e pode dormir separado, pode dançar homem com homem e mulher com mulher.

E quem não dança segura a criança. Ou coloca ela no carrinho.

Sem achar que o carrinho é a carroça de belzebu. E nem justificar a infidelidade adulta do seu filho ao fato de ele ter dormido sozinho no berço por todos aqueles anos.

“Tadinho, ele se sentia tão sozinho, mas tão sozinho  naquele bercinho, que quando cresceu já levava umas 3 ou 4 pra cama só pra afastar a solidão”, diz a mãe, cheia de culpa.

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36 Respostas para “Radicais contra o carrinho de bebê. Infiéis com trauma do berço. E as que só amamentam na presença de Pitanguy.

  1. Engraçado como nós mulheres temos a “leve” tendência de nos enquadrar em algum grupinho. Principalmente após a maternidade parece que rola um surto coletivo de vamos fazer tudo diferente…ao contrário. Li uma vez em um blog um post falando sobre as mães que treinavam os seus bebês a usarem o vaso sanitário e que com isso eles estavam livres das fraldas. Era na interação mãe-bebê que ela aprendia a ler os sinais do pobre coitado e idenficar quando ele queria fazer xixi. A estupidez vem disfarçada em palavras mágicas como relaçaõ mãe-bebê e interação. E tem gente pra tudo nessa vida, que compra as idéias mais esdrúxulas, basta apenas mudar o tom do discurso. O engraçado é que a gente não vê esse movimento nos homens.

    Adorei o post!!!!

    Bjsssss

  2. “Tadinho”. Minha palavra preferida.
    Tadinho, só mama no peito. Tadinho, não mama no peito. Tadinho, fica aí amarrado nessa cadeirinha. Tadinho, fica aí solto nessa cadeirinha. Tadinho, apertado nesse sling. Tadinho, isolado nesse carrinho.
    Tadinhas de nós, neah?
    E minha filha é independente, adora comer o cinto de segurança do carrinho, derrubar o móbile dentro do berço e demolir as hastes do tapete de atividades. Deixa a menina evoluir, meu povo! Desatacha a criatura!

  3. Mais uma vez SENSACIONAL! Amei esse post! Beijos.

  4. Saber dosar é muito do que uma mãe precisa para saber educar e criar os filhos!
    Bjos,
    Camila
    http://www.mamaetaocupada.blogspot.com

  5. Adorei… meu filho não dormiu no meu quarto nem no primeiro dia… eu achava super importante ele ter o espaço dele, e hoje com 2 anos ele assiste tv no meu quarto t o d o s o s d i a s antes de dormir, ou seja, adiantou lhufas…rs, já o carrinho, o que seria de nozes sem ele eim? meu deus, passear com carrinhos está para mim entre as coisas mais prazerosas do mundo, é muito legal fazer passeios de carrinhos com a nossa cria… e odeio ver babás passeando com carrinhos e os babies com o pano na cara, ou se enforcando com o cinto e ela lá no maior papo no celular, nem olhando a cara do coitadinho…. última, meu ex obstetra me contava que tinha uma paciente que não queria engravidar porque o marido era cirurgião plástico e dizia que o umbigo dela ficaria horrível para sempre, segundo ele umbigo de mãe é fácil de avistar, a qualquer distância, seria uma coisa meio “aumentada e flácida” por mais chapada que a barriga seja… ou seja, a pessoa queria se privar da maravilha do universo de gerar um filho pra não estragar o umbigo… vai entender né? rs beijos

  6. hahahaha!!! adorei, adoro todos seus posts, né?
    pois bem, eu acho que serei assim como você. o meio termo em pessoa. nem tanto pra lá, nem tanto pra cá. adorei a parte da mentirinha… hahaha e quer coisa melhor do que contemplar o mar com o filho ao lado, mesmo que no carrinho?
    saudade, vê se não some!
    beijo-beijo

  7. Eu também sou fã deste espaço.
    Parabéns mais uma vez pelo post!
    Acho sim que o meio termo é o ideal, mas veja bem, “o ideal”. Cada vez mais o que vejo não é o meio termo.
    Durante a gravidez e depois dela estava cercada de palpites e galeras radicais. Isso pode, isso não pode.
    Ficava bem irritada com isso.
    Confesso que aprendi e aprendo ainda hoje tudo pela minha própria vontade de passar pelas situações. Eu mesma quero ver se pode ou não, ou melhor, se com a minha filha vai ser “assim ou assado”.
    Com este post lembrei do dia em que voltava da maternidade com a Nina nos braços e algums horas antes, minha mãe, muito querida e cuidadosa se ofereceu para passar aquela primeira semana lá em casa nos ajudando. Eu fui bem radical: – Imagina, não vou precisar!
    Dois dias depois estava ligando pra ela, chorando, dizendo que achava que precisava sim de uma ajuda. Hormônios a flor- da- pele, eu queria também o colinho da minha mãe….
    Eu queria fazer tudo sozinha…neste dia tive que voltar atrás!
    bjs

  8. Ahahaha, adoro estes temas. Assim como a Helen, quando a Ciça nasceu eu via os grups e não em identificava verdadeiramente com nenhum, tanto que criei aversão às listas de mães e seus radicalismos pra um ou pro outro lado.
    Hoje até consigo encarar, porque aprendi a não me irritar tanto e só pegar a parte boa (das listas, não da maternidade, hehehe).
    E, já que falamos neste assunto, quem quer só a parte boa da maternidade, se recusa a aceitar as mudanças que a nova situação traz, não executa certas tarefas básicas, tem 3 babás, folguistas, enfermeira e cirurgião plástico a postos não só me irrita como me preocupa, pois, infelizmente, estas crianças criadas desta forma convivem/ conviverão com os nossos filhos.
    Beijos

  9. Rô, quando eu crescer quero escrever igual a você! AMO seus posts!
    bj

  10. Equilíbrio é tudo na vida! 🙂

  11. Roberta,
    Arrasou (pra variar).
    Me irritam esse rótulos das mães xiitas tanto do lado tem que ser parto natural, tem que amamentar ou do doutro tem que ser cesarea marcada, tem que dar complemento…nao TEM QUE nada.
    Cada um sabe de si.
    abaixo aos rótulos e a todas essas mães que se acham donas da verdade só porque deram a luz.
    Afffffffff
    bjos

  12. Olá, cheguei aqui através do Balde , Areia e Balanço e adorei o blog. Aparecerei mais vezes. Seu texto flui maravilhosamente. Parabéns.

  13. Nossa!
    Muito legal mesmo esse post!
    Amei seu jeito divertido de escrever e claro, vou voltar!
    Que ninguém nos ouça: eu também uso esse método do Palpite Disfarçado de Mentirinha Necessária e sempre dá certo..rs..

    Beijokas,

    Gi & Lucca

  14. Roberta, para variar texto muito bem escrito, divertido e gostoso de ler. Também queria saber escrever assim 🙂
    Mas como eu tenho um ponto de vista um pouco diferente do seu, resolvi me manifestar.
    É que fico muito chateada quando vejo um movimento ser assim rotulado. Veja bem, dizem que corintiano é fanático, mas a torcida corintiana é fanática? Ou alguns membros são fanáticos e exageram? E essa minoria fanática faz com que todos os torcedores e a torcida corintiana deva ser execrada?
    O que você chama de radicalismo, e eu chamo de fundamentalismo, realmente é algo doentio e contra-producente inclusive. Porém os movimentos sociais em si, sejam eles de defesa dos animais, políticos ou de idéias relacionadas à maternidade, são um grupo de pessoas que acreditam num ideal e buscam dividir e propagar suas idéias. Não vejo nada errado nisso.
    Errado são os exageros fundamentalistas de algumas pessoas, mas daí a rotular e descaracterizar os movimentos, mesmo discordando de suas idéias, ou concordando parcialmente, acho que é radicalismo também.
    Claro que a pessoa que não compartilha daquelas idéias tende a não se enquadrar naquele grupo, mas ambos os lados precisam aprender a se respeitar, não é mesmo? E ai inclui não dar palpites sem ser chamado, a menos em caso de perpetuação da espécie, como você contou e agiu tão bem.
    Beijos!

    Dani, sãopaulina, que não pratica cama compartilhada, usou carrinho e sling

  15. A Bel dormiu no berço dela desde o dia que chegou da maternidade e usou o carrinho desde o mesmo dia pois eu morava em um sobrado e tive uma trombose e não podia subir escada com tanta frequencia.
    E eu sempre acreditei que esse era o melhor caminho. E hoje ela é uma criança super feliz e que dorme sozinha no seu quartinho. Quando está acordada gosta mesmo é de brincar perto da gente.
    E a gente adora!
    Só para completar: ja te disse que adoro seus posts??

    beijo

  16. Cara, eu adoro a maneira bem humorada como você expõe sua opinião. Sou uma pessoa super da paz e a favor da sensatez, por esse motivo sou contra absolutamente tudo que seja radical.

  17. O pb qdo a gente chega por “último”, é que tudo já foi dito!
    Sim, o seu post está maravilhoso como sempre!
    Sim, nós continuamos torcendo para que vc escreva todos os dias!
    E não às mães-palpiteiras e radicais! Coitadas das grávidas, elas têm que ouvir muito! Ainda mais de primeira viagem! Agora que já passei por aí, tento me policiar ao máximo, relembrando os absurdos que possa ter ouvido!
    PS1: acho que o comentario da Fernanda sobre o umbigo e a sua cena vivida merecem um post à parte! Ri muito!
    PS2: a vencedora do sorteio (Priscila?) apareceu ou continuo torcendo para ela ter ido para Timbuktu?
    Bjs!

  18. Attachment parenting? Nossa, tem nome pra tudo hoje em dia…
    Mariana ainda é meio atachada. Mas não é filosofia de vida não, é só vontade de ficar perto. Não levanto bandeira de espécie nenhuma e crio minha filha do jeito que acho melhor para ela. Equilíbrio é, com certeza, a palavra chave.

  19. Adorei o post, como sempre. Eu uso tudo: carrinho, sling, colinho…às vezes dorme no carrinho, às vezes dorme comigo…e vamos levando.
    Olha menina, eu detesto palpites, mas as vezes não consigo resistir…ouvi de uma amiga com filho de 2 meses: “ela está alimentada, quentinha e limpinha…se está chorando, só pode ser manha, então não pego mesmo!!! Vc não acha?”. Repare que ela terminou a frase com uma pergunta, o que me dá o direito de dizer o que eu acho, não é mesmo???
    Aí comecei um longo discurso dizendo que bebês dessa idade não sabem o que é manha, não são cruéis e manipuladores, mas que poderia ser algum desconforto de gases, cólica, etc. ou então que poderia ser só vontade de ficar com a mamãe, já que passou 9 meses ouvindo coração e balançandinho lá dentro…bla bla bla. Sei que a amiga ficou mega sem graça e terminou a conversa…
    Ah, não aguento! Poxa, pega essa bebezinha no colo e vê se para ou não de chorar!! humpf!
    beijos, querida!

  20. muito bom.adorei.
    vou repensar alguns conceitos.

  21. Querida, Rob!

    Finalmente o novo blog do Eric ficou pronto. Vim aqui pra te passar:
    http://familiadoremifasol.wordpress.com

    Falta ainda um template bacana, mas meio caminho andado já está!…

    Ah, vou ler seu novo post agora e já-já comento.

    Beijins
    Dany

  22. A andança pelos blogs dessa vida também me fez perceber que as mammas do “meio-termo”, da “flexibilidade”, da “moderação”, do “bom-senso” (ou sei lá que outro nome isso possa ter) são a maioria. Eu, que me achava tão distante de qualquer “tribo”, percebi que na verdade me encaixo nessa enorme turma do “nem lá nem cá”, e com muito orgulho! Foi bem libertador parar de querer me rotular como mãe…
    Genial o P.D.M.N., vou super aderir – pq eu tenho um quê de tia-velha-palpiteira, confesso, preciso me policiar horrores…
    beijo!

  23. Meio termo, essa é, mesmo, a saída Rô. Eu mesma já ouvi cada coisa…. Gente, é tanta corrente disso e tanta daquilo que a gente fica doida né! Meu Deus!
    Mas, mudando de assunto, estamos bem melhores. Nina voltou a pular freneticamente no colchão e eu parei de chorar já faz umas 24 horas.
    Obrigada pelo comentário no blog e pela tentativa de me ligar (vou te mandar um e-mail com meus telefones!). Rô, só vc mesmo prá me divertir assim!
    Beijo, querida.
    Dani

  24. Adorei a estratégia ” eu li na veja” vou introduzir nos meus pitacos aterrorizadores de mães inexperientes, sou má rs
    beijos querida, post ótimo como sempre!

  25. sensacional… ri horas com o “ói que pessoa mais cheia de assunto”… super me identifiquei… ainda q agora, 1o meses depois esse tempo de discurso monotematico ja tenha passado… uma hora tinha q acontecer (para o bem deles, ne?)…
    Parabens adorei!

  26. Se somos tão diferentes, altos, baixos, bonitos, feios, timidos, descolados, aries, escorpião, de direita e canhoto. Será mesmo que tem gente que acha que existe uma só maneira de fazer as coisas??
    Viva a democracia, viva o meio termo, o equilibrio, o nem lá nem cá, o PDMN e os posts bem humorados para os dias de chuva!

    Beijos gatona!!

  27. Carroça de belzebu!!!!
    deus do céu!!!
    de onde vc tira essas coisas???
    incrivel, mulher!!!!
    sou super a favor do limite E do bom senso.
    bjo bjo
    Ah! selinho pra vc lá no meu blog!
    carol
    http://viajandonamaternidade.blogspot.com

  28. Olha, eu fiquei 3 meses enclausurada em casa, obcecada pela cria. Só foi perceber isso qdo a empregada falou que, das minhas roupas, só lavava pijama e camisola.

    Sou da turma que detestava palpiteiros de plantão. Mas hoje os entende. Por que raios hoje eu não resisto em fazer um comentário às mães mais novas? Deve ser esse tipo de sentimento de vingança que acomete veteranos nos calouros.

    E, ao contrário de vc, sim, meu peito caiu…buá! 😦
    Mas isso, eu juro que não comento com quem pensa em engravidar….rs

  29. Adorei a estratégia da revista! Vou adotar!

    Olha, eu fiquei 3 meses enclausurada em casa, obcecada pela cria. Só fui perceber isso qdo a empregada falou que, das minhas roupas, só lavava e passava pijama e camisola.

    Mas sou uma mãe relativamente relax com os protocolos da maternidade.

    Sou da turma que detestava palpiteiros de plantão, mas hoje os entende. Por que raios eu hoje não resisto em fazer comentários às mães mais novas? Deve ser aquele tipo de sentimento de vingança que acomete veteranos em cima dos calouros.

    E, ao contrário de vc, sim, meu peito caiu…buá!
    Mas isso, eu juro que não comento com quem pensa em engravidar….rs

  30. Deixei uma brincadeira para vc lah no blog!

    Gente esse seu post esta otimo, detesto gente radical, o negocio eh como vc falou, pode tudo !!!
    Bjs

  31. Uia, essa estratégia de dar palpites não conhecia! Gostei!
    Sinceramente acho que existe um grupo de mulheres com 80 anos que ficam bolando coisas para deixar as mães novatas neuróticas. Tipo vingança mesmo. Sofreram muito como mães e agora querem ao final da vida, ver todas se agredindo, cada uma defendendo as teorias lançadas sobre o que traumatiza, o que mata, o que faz mal.

  32. Oie… fiquei meio longe, mais ainda ADORO seus posts… rsrsrs
    Concordo plenamente, pode tudo, todos os extremos, afinal ninguem é igual a ninguem!
    Bjkas

  33. menina,as ferias foram cheeeias de novidades einh!?kkk..tava aqui me atualizando dos ultimos posts..ainda bem q voltaste a postar..as fts ficaram um amor!! 😉
    ele de boina ta a coisa mais fofa desse mundo.. ele pode fazer caca na frota inteira,ele poooooode,kkkkkkkkkkkk!!!!

    Em relção ao carrino..danou-se td agora..e s ea gent en usar ele, vai fazer uq??? se inventa cad auma..no meu tempo de bb,minha mãe usou chupeta e eu tenho dentes perfeitos, usou carrinho e eu sou super bem resolvida, eu não mamei no peito até os 10 anos e to aqui,supernutrida da silva, sim..mamei ate alguns meses apenas..mas os peitos dela tão lá, inteiroes e sem borracha dentro!kkkk…

    beijosss e um otimo finde..ah, e namore moooiiito amanhã,taaa? 😉

  34. Sabe o que é passar mal de rir, fui contar para meu marido e tive acesso de riso de nao conseguir para de rir! Carroça de beuzebu!!! Só vc! Juro quando qdo voltar para o Brasil vou marcar de ir para o Rio só para tomar umas cervejinha com vc e dar muita risada! bjs

  35. Oi Roberta,
    Tentei achar um espaço por aqui para te responder sem entrar no contexto deste post, ms não achei… Respondi para vc la no meu blog as questões mineira/carioca!
    Bisous

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