Alguém viu minha identidade por aí???

E, não, colegas – eu não me refiro ao documento de identidade.

Acontece assim: primeiro você desaprende a andar de salto. Depois vira a mãe do Noah (Ou da Clara. Ou do Felipe. Ou dos gêmeos.) Desconhece assuntos que não envolvam fralda, escola, catarro e birra. E perde o contato com seus amigos “desfilhados”.

(Abre parênteses pra explicar que não, sua amiga sem filhos não “esqueceu” de retornar a ligação. Ela sabiamente preferiu pegar um cineminha a ouvir suas estórias sobre adaptação escolar  e nebulizadores.)

Será que sou só eu, ou ser mãe implica mesmo em perder um pouco da identidade? Não é de hoje que eu me vejo meio monotemática. Quando Noah tinha 6 meses eu escrevi isso aqui. E de lá pra cá a coisa piorou, amiga leitora.

E não pára por aí. Além de meio perdidinha e monotemática de pai e mãe você vê aflorar ainda outras surpresinhas da sua personalidade. Adjetivos como CHATA/PENTELHA/CONTROLADORA hoje descrevem cerca de 52% de meu adorável ser.

Outro dia uma leitora-cliente-que -se-tornou-amiga veio aqui em casa e disse que estava se achando uma pessoa meio chatinha. E que toda vez que o marido jogava a filha pra cima (mas que mania é essa que todo homem tem??!)  ela ficava atrás dos dois falando “cuidado com o lustre, ai meu deus, vai bater no teto”.

Eu sou (ou melhor, eu ESTOU) igualzinha a ela.

Talvez a coisa melhore com o tempo. Ou com um segundo filho?

E eu acho que minha situação é agravada pelo fato de que, quando não estou sendo mãe, estou vendendo coisas pra mães, escrevendo/lendo coisas de mãe. E aí me sobram 20 minutos e eu faço o que? Fico pentelhando deputado, em nome de…adivinha? Mães?! Ai, que preguiça.

E daí? Faz o que? Senta e chora? Vai pra terapia? Enche a cara com as amigas solteiras e, quando elas perguntarem como anda a sua vida, você fala “ai, já volto”, corre pro banheiro e fica lá até que elas mudem de assunto?

Vocês também se sentem meio assim?

(Porque terapia MESMO eu vou precisar se vocês me responderem  “Ai, Roberta, nada a ver:  eu sou suuuuuper a mesma pessoa de antes”.)

***

ps: Os comentários do post Filhos do Neocid deveriam ser publicados em livro. Foi libertador pra mim saber que todo mundo (da nossa geração) é meio filho de neocid, cigarrinho de chocolate e suco de revólver. Geração Unidos da Sobreviventes.

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34 Respostas para “Alguém viu minha identidade por aí???

  1. Vc escreveu pra mim, né?? Entrou na minha cabeça ontem, tenho certeza!! Vamos tomar um café juntas e conversar horrores!
    Bjos,
    Camila

  2. Também estou monotemática, mas tô tentando me controlar…
    Agora, sobre jogar pra cima… errrrrr… Aqui em casa quem começou a fazer isso fui eu… e ela moooooorre de rir! jahahahahah

  3. Adorei..seu blog…estou navegando pra divulgar meu blog.

    Visite meu blog e se gostar vai ser um prazer ter sua companhia.

    bjs

    http://www.tatidesignercake.blogspot.com

  4. Roberta,
    Eu ainda nem tenho a sementinha na barriga e já estou monotomática! Acho que é coisa de mulher pq nunca vi homem monotemático!! rsrs
    Fica tranquila, sem terapia para vc! Senão eu tb vou precisar, daí vc me avisa! kkk
    Bjos!!

  5. Eu já era chata, mas agora tenho uma desculpa. Mundo perfeito.

  6. Cara amiga Unida da Sobrevivencia, assim como a companheira Maya aqui em cima, comofaz se vc nem filho tem e monotemática já está? Fica doida, né?

    Eu adoro o tema, adoro as pessoas que conheci nesse meio e sou louca pra chegar logo a minha hora de viver na prática essas coisas relacionadas a bebes, mas putz, é foda, nao quero ser tao chata pra sempre.

    Enquanto nao encontro solucao, faco todas as coisas que vc sugeriu: encho a cara com as amigas solteiras e desvio da pergunta “como tá a sua vida?”, faco terapia e, as vezes (ninguém é de ferro), sento e choro.

    Se encontrar mais opcoes, me avisa que eu super vou testar também.

    beju beju

  7. e de novo eu comentei em outro login, bem, já sabe que sou eu das Bobeiras, néam?

    mal a bagunca.

  8. ai, menina, eu já sou um bocado chatinha com algumas coisas… não muitas, prometo. rs… mas eu e marido já pensamos muito como serei com o bb. ele é do tipo que quer colocar no carro e acampar no primeiro mês… eu já meio que surto com isso e acho que podemos esperar até o primeiro ano rs… mas em geral sou bem light e sussa… mas acho que algo há de mudar né? E esse lance de vida pós filho acho meio foda. A real é que fechamos um ciclo pra começar outro, por isso acho importante curtir bastante antes de ter filho, por que as coisas mudam mesmo… eu já curti horrores, tive uma gravidez que não vingou e agora me sinto mais preparada do que nunca pra engravidar… mas como não sou tonta nem nada, vou curtindo enquanto o baby não vem… parabéns pelo blog, cada dia mais delicioso.
    beijo

  9. E não é que é verdade? a gente fica chaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaata, controladora, dona da verdade e do mundo e excessivamente cheia de cuidados, a vida era bem mais fácil (e leve!) antes de ter filhos, podia sair todos os dias, quando desse na telha, podia fazer o que quisesse (hoje em dia tenho medo de tudo o que vou fazer que possa comprometer minha vidinha de meu deus, afinal meu filho precisa de mãe), fico também rodopiando entre assuntos de filho, mãe, justificando diariamente minhas escolhas e quando vou ver, sobrou pouquíssimo tempo pra fazer as coisas que eu realmente gosto, cade eu? é super isso, por isso as trips são boas né? mesmo fazendo tudo de mãe a gente tem um tempinho pra gente… acho que vc concorda comigo… vamo que vamo, não to podendo pagar terapia agora, mas pelo menos a gente faz uma sessão de terapia grupal hahahahahah beijos querida, bom dia das mammas pra vc!

  10. Nossa, hoje acordei pensando exatamente nisso! Estou na meeesma situação, meu assunto preferido (ou melhor, meu ÙNICO assunto) é o meu filhote. E olha que continuo na ativa, trabalhando, mas…quando rola um papo entre amigas, ñ tem jeito e é esse o tópico! Mas mãe tem licença poética né gente?

  11. Ufa! Não sou a única!
    Anteontem mesmo, estava falando com uma amiga que está pensando em começar a tentar engravidar e, quando vi, já estava fazendo uma dissertação sobre a melhor fralda, que absorve mais, que é mais anatômica, que isso, que aquilo… Quando dei por mim, vi que o assunto não estava muito interessante pra ela… Fiquei com vergonhinha!

  12. Bom….aconteceu que eu li seu post pelo meu tel logo antes de entrar na terapia…desnecessario contar que ele me valeu a sessão inteira!! Sim, perdemos a identidade, sim é enlouquecedor (em coisas boas como nas menos boas!), sim so falamos dos filhos e so queremos saber deles (trabalhando ou não, em casa ou não!). Mas como alguma mãe falou ai, essa é a fase que estou vivendo agora e é assim (pelo menos, temos a tranquilidade de saber que acontece realtivamente com todas!), portanto vou vivê-la da minha melhor forma possivel! Sim, eu sou “eu” pequenina e principalmente, Leoa e Mãe da Clara, com orgulho!

  13. Afe, de-tes-to quando começam essas brincadeiras de joga-pra-cima-cai-de-lado… pior que quanto estamos ao rés-do-chão, sobra pra mim… Arthur se joga em cima que nem um rolo compressor…ehehehe
    Menina, ainda ontem eu comentei sobre essa questão da identidade, não lembro onde… ainda não sou eu mesma de vez, mas estou quase lá… o engraçado é que eu fui a amiga fujona…ahahahah e hoje só converso com minha maninha sobre essas coisas!!
    Beijo grande!

  14. Rô,
    Já disse que adoro seus posts, né? rsrs
    Esse foi mais um que parece que fui eu que escreveu. Acho que toda mãe é assim. Não se preocupe, pois dizem que com o tempo piora. O que??? É verdade…acho que as loucuras mudam de nome!
    beijão

  15. Ôpa! Parece que um surto coletivo de monotemática acometeu as mulheres… Não, não.
    É que a gente só consegue se relacionar com quem está na mesma situação… Como explicar bem praquela amiga baladeira que só conhece o próprio vômito na madrugada que regurgitação é diferente de refluxo?
    Que lencinho umedecido da marca tal é diferente de outra porque uma é feita de TNT e a outra de tecido anti-alérgico se ela nem tira a maquiagem depois da festa?

    Faz tempo que me dei conta de que cada vez estou mais amiga dos pais dos coleguinhas da Larissa e daquelas outras mães que encontro no parquinho com o Caio, doidas pra terem conversas adultas, mas que o que as une é justamente serem trocadoras de fraldas descartáveis profissionais?

    Mas, pra compensar, creio que meu horizontes se ampliaram e aprofundaram… me sinto um ser humano melhor. Pentelha, sempre fui; cricona, sabe?!

    Às vezes, minha filha cobra porque estou parecendo a empregada e a empregada, parecendo a patroa; outras vezes, reclama que estou mais bonita do que ela (e pra ela, não existe pessoa mais maravilhosa do que ela mesma!)… Nunca satisfazemos a todos integralmente, não é?!

    Louca, estabanada, o que mais?

    Mas ainda vou receber homenagem no dia das mães. E isso me faz ganhar o dia, chorar e rir ao mesmo tempo enquanto filmo a apresentação da musiquinha do Tarzã (como assim???) que a turminha vai cantar, junto com as minhas colegas de maternidade e pátio, onde nos atualizamos sobre as alegrias e agruras que temos em comum!

    Beijo,
    Ingrid

  16. Rô, meu limite com conversas que não sejam a respeito de filhos é pequeno. Juro, até tento conversar sobre o esmalte da moda, sobre a Helena da novela, mas não aguento. Logo volto ao assunto “Nina e afins”. Mas quer saber? Nem ligo…adoro!!! E nào me acho chata. Ao contrário, sou (somos viu!) uma das mães mais legais que já vi! Mesmo morrendo de medo do pai jogar ela prá cima!
    Beijo, filha!
    Dani

  17. O que vc é da Bia Singer?? Pq eu tava pensando, relembrando e foi ela q me indicou o seu blog. Por acaso, vc é a famosa Bobby de Londres??
    Bjos

  18. Bom, lendo teu texto e depois os comentários, vi que sou apenas mais uma nesse mundão a sentir-se perdida como “pessoa”. Como “mãe” estou realizadíssima, satisfeitíssima e adoro! Mas esses dias ouvi uma coisa que me fez parar pra pensar: “Não é que você não se encontrou ainda, você só não aceitou ainda que essa é a nova “você””. E acho que é isso mesmo, tenho que aceitar que essa é a minha nova condição daqui por diante, pois as fases mudam, mas os filhos são pra sempre. Escrevi, inclusive, algo sobre essa insatisfação ontem no meu blog. Transmissão de pensamento…rs. Por isso, gosto tanto de trocar idéias com as mamães blogueiras, porque estamos num barco muito parecido, e uma não acha o papo da outra tão chato assim…rs. Beijo.

  19. Não sinto falta alguma de baladas ou do meu eu anterior, mas admito que sinto falta de uma maior interação com as amigas sem filhos.
    O pior é que, depois que comecei a entrar mais a fundo nesta história de blogs, passo a maior parte do tempo escrevendo e lendo, nem vejo algumas notícias “importantes” do mundo (e nem sinto falta!). Como diria aquele meu conterrâneo, “quem lê tanta notícia?”.
    Sim, a maternidade nos absorve e é com uma intensidade que a gente vira, na maior parte do tempo, chata e monotemática para o resto do mundo.
    Beijos

  20. Cadê as minhas amigas sem filhos, maridos e irresponsáveis? Elas até tantam tadinhas, mas eu não tenho tempo pra elas. Essa é a verdade. Nem tenho tempo pra mim, pra bem dizer a verdade. Sim, sinto saudade do meu EU anterior…mas depois de 5 minutos passa. Amo a minha vida atual, mas assim como vc, me perco algumas vezes no meio disso tudo. Bjim!!!!

  21. Nossa, meeeeega monotemática! E certeza que todas as minhas amigas sem filhos me acham um saco! Outro dia marcamos um almoço, eu e mais 3 amigas solteiras e sem filhos. Eu estava indo super bem, ouvindo todas as histórias de baladas, casos, viagens e etc.. Até que uma delas perguntou dos meus pequenos e aí pronto…desandei a falar e nunca mais mudamos de assunto!! Ai, ai, ai…essas mães. Melhor mesmo a gente encontrar com mães igualmente monotemáticas e pronto.
    beijos mil em vc e no gatíssimo do Noah!

  22. Dia vem noite finda em todo lugar… Nós somos mesmo todas iguais. Depois da maternidade filho vira monotema. Até tento me policiar, mas… E a coisa tende a piorar, creio eu. Vcs já encontraram daquelas mães que tem o filho mais velho que o seu? e daí, qualquer assunto – relaconado ao monotema, claro – que vc puxa, ela vem com um ar ‘professoral’: – ah! a(o) fulana(o) já passou por essa fase e blá blá blá blá. Daí eu penso: céus, essa sou eu amanhã! Meeedaaaa.

  23. outra coisa… ex ouvinte do melhor da música popular brasileira, chico, gal, gil, caetano, clube da esquina e por aí vai. Hoje: assídua cantante do cocoricó, palavra cantada, patati-patatá e por aí vai…

  24. O Sambebê foi pensando um pouco em cima disso… É a tentativa de conciliar um programa adulto (samba, shows, badalação) com a vida de mãe (fraldário, tapetinho com brinquedos, outras mães com bebês em volta).
    Vou ver se deu certo no dia 15! E, quem quiser, está convidado para ser cobaia nessa experiência comigo! 🙂

  25. Pois é… meu nome???Nem me lembro mais… Prazer, sou mãe da Clara, Pedro e Lucas…rss

    bjs

  26. nossa… me sinto exatamente como vc… meu bebê completou 4 meses hoje… e digo a todos que “vivo no mundo de Bruninho”, principalmente quando me perguntam “vc viu aquela notícia do vulcão etc etc etc”??? eu não assisto jornal há exatos 4 meses.. nem leio jornal.. nem vejo notícia alguma na internet… nem tenho interesse!…. ainda mais se é pra ver notícias como da tal procuradora que queria adotar a menina de 2 anos.. (esse tipo de notícia horrorosa que os outros ADORAM comentar com mamães recentes…. “pelamor!!”, né ….. ) só leio artigos do Baby Center Brasil, Crescer… e fuço nos orkuts das mamães… bom…. fico feliz em saber que não sou a única!!! eheheheh 🙂
    (sou ex-colega de trabalho de sua mãe.. lembra de mim? um beijão!!)

  27. Como assim, monotemática? São tantos temais para conversar: cocô, amamentação, vacinas, fraldas, uso da chupeta, escolinha, berçário, baba, gracinhas, birras, alimentação, sono, parto, pracinha, brincadeiras… hahaha

    Beijos!

  28. Pingback: ei, cria! vamos pra balada? « Piscar de Olhos

  29. tão bom saber que não somos as unicas.

    Adorei seu blog, viu?!

    bjs

  30. Viu!!! vc não é a única monotemática! to comentando tarde, achei que seriamos só nos duas, mas…. srsrsr

    Como assim, é só virar mãe que TODOS os outros assuntos somem da nossa cabeça??? Ai ai ai… minha pequena tah com quase 4 meses e pelo visto a coisa vai piorando neh?!

    Bem, acho melhor mudar de assunto. Então, a Laís não para de “comer” os pés… rsrsr

    Bjs

  31. Roberta doszóio verde . Vi teu blog por aí , fuçando sobre um assunto que eu já nem lembro qual era.Já to te seguindo!Parece que somos tudaigual , né?? Se quiser me visitar passa aqui ó: http://www.lulunaodorme.blogspot.com
    bjoka

  32. Ai menina, mãe fica tudo monotematica sim, e acreditas que ainda fui acusada de obsecada por minha ilustre família que conheces tão bem??? Claro que D. Heloisa me chamou assim porque já está no terceiro filho e não lembra o quão obsecada era ela com o Iaco, que nem gostava que outras pessoas o pegassem no colo, já a Valentina ela até leiloa pra ver quem carrega um pouquinho, então acho que nem tudo está perdido e que conseguiremos sim melhorar um pouco, mas que o assunto em questão e em primeirissima mão em uma mesa de bar será sobre catarros, fralda, cor do cocô, arrotos, refluxo e por ai afora isso vai ser sim, não tenho dºuvidas. Mas acho que ainda temos salvação!!!

  33. Olá Roberta, sempre estou por aqui e até já recomendei seu blog para minhas amigas mães para nós termos pautas nos nossos encontros quando variamos entre o tema filhos e o empregada-como é difícil essa vida! É cruel, mas acho que estou feliz assim. hahahaha

    Nos acabamos com o post da Amy Winehouse de sutiã bege. Eu sofri muito com isso e, outro dia, minha amiga veio com uma revista Crescer deste mês com uma matéria sobre: sutiãs para amamentação muderninhos. Um viva a Jogê!

    Eu tenho um blog de culinária há algum tempo e, dia desses, escrevi sobre a falta de opção de restaurantes para crianças:

    http://www.frangocombanana.com/2010/04/tanger.html

    E olha que em SP nem tem praia e o Ibirapuera de fim de semana é dureza de encarar: trânsito e parquinho em capacidade máxima.

    Adorei a sua bandeira e quero alguém bacana como vc reivindicando lugares kid friendly tb em Sampa!

    Bjão e tchau, que vou agora concorrer na sua promo delícia.

  34. Eloise mamãe da Betina

    E é bem isso msmo Roberta! Esses dias tava pensando, nossa, onde está aquela mulher q sempre sabia todas as notícias, lia todos os livros que queria e conseguia assistir um DVD até o final sem interrupção?? Namorava sem hora certa, recebia um convite de casamento e vibrava!!! Como disse alguém lá em cima, a gnte não se perdeu do nosso “eu”…temos é um novo “eu”.

    Mas foi reconfortante ler q isso não se passa só comigo, q mesmo trabalhando, saindo de casa, só penso na Betina, no q ela ta fazendo, se comeu enquanto estava fora, se fez cocô…..e se vou levar ela no casamento q só tem gnte sem filhos, ou deixar ela com a babá….vontade de não ir né!!

    Amo seu blog, vc escreve mto bem e faz a minha vida cheia de culpas maternas ficar um pouco mais leve!!

    Mil bjos com carinho!!

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