Grumpy, very grumpy indeed

E o melhor a fazer nesses dias de rabujentice é evitar qualquer contato, com quem quer que seja. Sei que nada justifica essa minha azedice, mas prestenção:

– As obras na nossa casinha parecem nunca ter fim e, enquanto isso, não tenho cozinha, nem máquina de lavar roupa, nem paz e nem vizinhos que (genuinamente) me desejem um bom dia.

– Eu caí. Duas da manhã, e lá estou eu, ridiculamente estarrada ao chão do banheiro. Pura e simples falta de equilíbrio. Eu poderia jurar que senti o baby-esquilo soluçando de tanto rir da minha cara. 

– Adquiri a graça de um hipopótamo. Francamente, perdi meu rebolado, logo meu rebolado, que era minha marca registrada, minha ilusão romântica de que o mundo é constantemente embalado por trilha sonora escolhida por mim!? Not anymore. Depois que o bebe nascer, fisioterapia e reza braba, se quiser reencarnar meu bom e velho estilo babalú de deslizar.

– Da azia eu prefiro não falar muito. Mas posso adiantar que é sem fim, como a tal da obra na cozinha. 

– E agora pouco fui atacada e tive as canelas mordidas por um pigmeu canino absolutamente histérico, um projeto de Nina Hagen na menopausa, que, dentre tantas outras canelas, preferiu a minha.  Porque canela de hipopótamo há de ser mais suculenta.

Humpf.

 

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